História

A origem do topónimo parece ser o latino Puteus-i, poço, subterrâneo, masmorra ou cisterna, ou também o feminino Putea, poça, cova, e materializa-se documentalmente na alta Idade Média (nas Inquirições). Na explicação de António Carreira Coelho, in “A Guarda”, de 14-09-2001, à época e em tempo de crise significava o imperioso e quase exclusivo suprimento de água por nascente natural ou mesmo por captação para cisterna. Chantus-i, além de ter sido um frequente nome romano que indicaria a propriedade, podia provir de origem céltica (“kant”) aplicada ao arco de ferro de uma roda de madeira de carro de atrelagem, praticável por ferreiros.